Joana Bicho - Psicóloga | No Pânico
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panico

Um ataque de pânico é caracterizado por um período intenso de medo, por um pico de uma ansiedade extrema acompanhado de sensações corporais e psíquicas, tais como:
Palpitações, taquicardia, suores, tremores, tonturas, sensação de desmaio ou vertingens, falta de ar, náuseas, dor de estômago, medo de morrer, medo de enlouquecer ou perder o controlo, desrealização e/ou despersonalização (isto é, sensação de irrealidade, como se vivesse num sonho, num filme; “sensação estranha”, onde o mundo e o eu são percepcionados de forma estranha).

A emoção subjacente é o medo, e o “medo de ter medo”, que leva a uma ansiedade antecipatória podendo evoluir para uma agorafobia – evitam-se locais não familiares e fora da zona de conforto, ou locais onde já se tenha experienciado um ataque de pânico, ou se possa senti-lo de novo e onde a fuga seja difícil (filas de trânsito, centros comerciais, filas de supermercado, cabeleireiros, reuniões, etc.). Forma-se, assim, um ciclo vicioso, em que o medo de ter medo leva ao isolamento e ao evitamento fóbico de variadas situações e a um estado depressivo. Alguém que já tenha vivenciado uma situação de pânico saberá o terror e o desespero interno sentido e evitará tudo aquilo que possa levá-la a experienciar de novo tal horror. O que é importante compreender é a origem e motivo do pânico para que as mudanças e o seu alívio possam acontecer e que, na realidade, não vai morrer, nem vai ficar louco, nem vai ficar sem uma saída, embora no momento sinta como tal. Com o tratamento adequado e profissional é possível tratar os ataques de pânico e sair deste ciclo vicioso.

E porque a vida pode ser vivida de outra forma…
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