Joana Bicho - Psicóloga | Nas Obsessões e Compulsões
20866
page,page-id-20866,page-template,page-template-full_width,page-template-full_width-php,ajax_fade,page_not_loaded,,select-theme-ver-2.3.1,wpb-js-composer js-comp-ver-4.3.5,vc_responsive

Todos nós experimentamos de algum modo alguma ruminação mental, sentimentos de dúvidas, ambivalências em determinada fase da vida. As obsessões e compulsões constituem um estado que pode surgir numa “quantidade tolerável” e ser passageiro, fruto de um período em que a pessoa se encontra mais ansiosa, stressada ou deprimida. Ou, por outro lado, pode ser mais frequente e uma limitação exacerbada no quotidiano.

As obsessões são caracterizadas por pensamentos e ideias ruminantes acompanhadas de grandes doses de angústias, surgindo as compulsões que são comportamentos repetitivos e estereotipados que funcionam como respostas às obsessões, servindo para aliviar a ansiedade, afastar o azar, ou evitar um acontecimento negativo, como se de um processo mágico se tratasse.

Os sintomas passam por: 

· Pensamentos, impulsos ou imagens recorrentes que são experimentados como intrusivos e/ou inapropriados e que provocam mal-estar intenso;
· Comportamentos repetitivos (lavagem de mãos, rezar, contar, repetir palavras mentalmente, ordenações, verificações) que a pessoa sente compelida a executar em resposta a uma obsessão (pensamento ruminante).
· A pessoa reconhece que os pensamentos obsessivos são produto da sua mente, que são difíceis de controlar e que são irracionais, sente-se obcecada por ideias que considera absurdas, ou por ideias que contradizem a sua moral.

Esta condição provoca mal-estar, consome tempo e interfere significativamente com as rotinas normais de cada um. Considera-se uma defesa que a mente proporciona devido a questões internas difíceis de serem pensadas, de ganharem uma consciência e de poderem serem faladas e transformadas. A psicoterapia torna-se basilar neste processo para que a pessoa possa entender o que se encontra por trás desta defesa mental que a faz ser e ficar prisioneira de si própria.

E porque a vida pode ser vivida de outra forma…
Marque a sua Consulta!